Mostrar mensagens com a etiqueta familia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta familia. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

busy

Posso estar errado, mas eu acho que daqui a uns anos, quando já for um adulto formado com profissão (espero sê-lo ), o stress não me vai afetar muito... Isto porque eu estou no ensino secundário e a minha vida já é uma montanha russa!
A minha semana baseia-se em: Escola, casa, treino, escuteiros, explicação, catequese, consultas!
Nisto tudo, sem incluir o tempo que passo a estudar (que francamente, anda a aumentar), ainda tento arranjar espaço para a família, a namorada, amigos e para descansar... nem que seja 10 minutos...
A verdade é esta... Se a minha vida não fosse assim, estaria em constante tédio, por isso não me queixo porque gosto da maneira que as coisas estão.
Adoro estar sempre de um lado para o outro, porque, como me dizem "estou sempre em pulgas para fazer alguma coisa".
É, de facto, algo que gosto mesmo e não trocaria por nada.
Até já, chico

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

É pequenina como a sardinha, mas é minha

Foi mesmo difícil escolher um título para esta publicação... Finalmente decidi falar em "amor", o grande mistério para muitos, a desilusão de outros e a felicidade de tantos.
Felizmente, no meu caso, posso dizer que o amor já não é um mistério e que me traz, todos os dias da minha vida felicidade como nunca tinha sentido.
Como é que no meio de tantos rapazes ela me foi escolher a mim? esse sim é o grande mistério!
Há cerca de um ano e cinco meses que eu e a minha Sofia namoramos. Não somos iguais, mas somos compatíveis. Fartamos-nos de discutir, mas o que é uma relação sem discussões? Nada. Para além disso 5 minutos depois desmanchamo-nos a rir e fica tudo bem.
Apesar de isto já ter sido dito milhões de vezes, e muitas vezes nem era verdade, eu posso dizê-lo com toda a certeza do mundo: Conheço-a como a palma da minha mão.
Ouvir a voz dela acalma-me e o sentimento de que ela está por perto é reconfortante.
É pequenina como a sardinha, mas é minha enquanto puder, ninguém me a tira.
Sou novo, eu sei, mas amo-a e ela ama-me a mim, que posso eu fazer?
Até já, chico

esta fotografia foi tirada no ACANAC 2012, no 6º dia de uma semana inteira!


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Saudades...

Ás vezes ponho-me a pensar no meu passado... Para muitos de vocês o meu passado é recente, mas, para mim, este de que vos vou falar é longínquo e deixou muitas marcas em mim e no meu carácter.
Sou português e orgulho-me do meu país, mas a verdade é que fui marcado por outro país - ITÁLIA... Isto porque vivi lá três anos da minha infância. Mas eu vou recuar e contar tudo desde o "very beggining".
Nasci em Portugal, em Lisboa. Estive cá na Creche, no Infantário e depois entrei para a escola Primária. Estava quase a acabar o primeiro ano e lembro-me de chegar a casa com o meu irmão e ter a minha mãe, o meu pai e a minha irmã a dizer-me que íamos viver para outro pais durante três anos.
Como podem imaginar na altura eu nem percebi bem o que se passava...
Mas pronto, lá fomos nós, os 5 para Nápoles.
A primeira coisa que me lembro foi de ficar super contente por ter uma casa maior que a minha cá em Portugal, com quintal! E a segunda coisa foi de termos ido logo ao supermercado e a minha mãe me ter comprado umas canetas de feltro (nem sei porque me lembro deste tipo de coisas).
Depois de horas e horas sem fim de arrumações lá fomos para a escola, uma escola internacional onde só falávamos inglês (americano) com tudo e todos... Ora nenhum de nós falava inglês tirando um "hello" ou um "yellow", mas ficariam surpreendidos com a facilidade com que uma criança fica fluente numa língua. Eu e os meus irmãos com pouco mais de dois meses naquela escola já estávamos a falar Inglês fluente, sem qualquer dificuldade.
E assim aqueles três anos passaram, infelizmente, a correr, com muitas experiencias únicas: amigos de todo o mundo, viagens inesquecíveis, novos desportos (ski), culturas diferentes, línguas, visitas, festas, felicidade e muitas lições de vida.
Passados vários anos aqui me encontro, de novo, em Lisboa. E felizmente, é este o ano em que volto a visitar a minha "segunda casa" Nápoles. Mal posso esperar.
Até já, chico
Eu, com 8 anos, a fazer ski em Pescasseroli, Itália... Podem se rir a vontade